🏘️ Áreas privativas: como agir diante de situações que causam mau cheiro no condomínio?
- Renata M.

- 1 de ago.
- 2 min de leitura
A vida em condomínio exige constante equilíbrio entre os direitos individuais e o bem-estar coletivo. Um tema que costuma gerar desconforto entre os moradores diz respeito às condutas nas áreas privativas que acabam afetando o convívio comum, especialmente quando envolvem falta de limpeza e odores desagradáveis.

Mesmo sendo de uso exclusivo, as varandas, jardins, quintais e áreas externas precisam ser mantidas em condições adequadas de higiene. Quando isso não ocorre, o descuido pode gerar mau cheiro que se espalha para outras unidades, prejudicando a qualidade de vida de vizinhos e comprometendo a harmonia no ambiente condominial.
🔹 Responsabilidade de quem mora — e também de quem aluga
O morador é responsável direto pela manutenção e limpeza da sua unidade. No entanto, quando a conduta do ocupante do imóvel (seja ele proprietário ou inquilino) gera prejuízos aos demais, o condomínio pode e deve intervir com base no regimento interno e na convenção.
Nos casos em que o imóvel está alugado e o inquilino não colabora com a resolução do problema, o proprietário deve ser formalmente notificado para que tome providências. A omissão do proprietário também pode gerar penalidades.
✅ Como o síndico deve proceder?
Notificar o morador, solicitando providências imediatas para eliminar o foco do problema;
Aplicar advertências e multas, conforme previsto nas normas internas do condomínio;
Notificar o proprietário do imóvel, caso o morador seja inquilino e as medidas não surtam efeito;
Registrar as ocorrências e, se necessário, buscar orientação jurídica para medidas mais rígidas, incluindo ações judiciais.
🌿 Cuidado com os espaços é sinal de respeito

Manter a limpeza e o bom uso das áreas privativas é mais do que uma obrigação: é um ato de respeito com os vizinhos e com o espaço coletivo.
A convivência em condomínio funciona melhor quando todos colaboram. E o síndico tem um papel essencial em mediar conflitos com bom senso, mas também com firmeza, garantindo o bem-estar da coletividade.




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